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Lançado pela Agência Portuguesa do Ambiente, o manual ‘Ir à praia em segurança’ foi criado com o objetivo de reduzir o risco de contágio por COVID19 entre os utilizadores das praias, permitindo assim a abertura da época balnear.

Por não existirem ainda dados que permitam aos cientistas analisarem este vírus de forma completa e no seu contexto real, os estudos que deram origem a este manual foram feitos com base nos comportamentos dos anteriores SARS e MERS, onde se concluiu que existe um baixo risco de contaminação através da água. Mas o risco de transmissão através das secreções respiratórias continua a ser real, pelo que a utilização da praias deve ser feita de forma controlada e com todas as medidas de proteção adequadas, definidas pela Direção- Geral de Saúde (DGS), como o distanciamento físico, a higiene frequente das mãos, a etiqueta respiratória, a limpeza e higienização dos espaços e a utilização de máscara e viseira, quando necessário.

Este manual completo pode ser consultado aqui. Deixamos no entanto um pequena resumo escrito pela própria Agência Portuguesa do Ambiente

‘No que se refere aos utentes destes espaços é importante que sejam utilizadas as seguintes boas práticas para uma ida à praia em segurança:

· Antes da praia: verificar a afluência às praias próximas, consultando a app InfoPraia, preferindo as que estão com um nível de ocupação mais baixo, assinaladas a verde, bem como praias vigiadas e com controlo da qualidade;
· Quando se verificar um nível elevado de ocupação não arriscar deslocação, pois pode ser difícil manter a distância de segurança;
· Nos acessos à praia: usar calçado, circular sempre pela direita e seguindo as indicações que possam existir no chão e mantendo a distância de 1,5 metros dos outros utentes que não pertençam ao mesmo grupo;
· Na praia: preservar a distância de segurança de 1,5 metros aos outros utentes, na praia, à beira-mar e no banho;
· No bar da praia, instalações sanitárias: usar calçado, desinfetar as mãos e manter a distância de segurança;
· Na saída da praia: não deixar resíduos nem beatas na praia devendo ser acondicionados e colocados nos contentores respetivos (máscaras e luvas são sempre depositados nos contentores de lixos indiferenciados).

Seja um agente de saúde pública.’

Pode ainda descarregar aqui o documento que lhe permite consultar as praias do país, a lotação máxima e as condições de utilização.