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O risco máximo de incêndio volta hoje a ser a maior preocupação para 14 distritos do norte, centro e sul de Portugal continental. O Instituto de Meteorologia (IM), pelo segundo dia, lançou avisos para as temperaturas bastante elevadas com os termómetros a estarem praticamente todos acima dos 30 graus e nas regiões de Santarém, Leiria e Setúbal a chegarem mesmo aos 40 graus.

O dia de hoje volta a ser bastante quente, depois de uma noite em que as temperaturas mínimas não baixaram dos 20 graus em praticamente todo o país, o que levou a nova alerta por parte de várias entidades para a forte possibilidade de incêndios.
O risco máximo de incêndio está levantado em vários concelhos de 14 distritos do norte, centro e sul de Portugal e esta manhã, cerca das 9 horas, 12 incêndios estavam activos em Portugal.
Na luta a estes incêndios a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) tem requisitado algumas centenas de efectivos que vão estar igualmente atentos aos locais onde vigora o nível de risco máximo de incêndio que está activo para quase todo o distrito de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Leiria, Santarém e Portalegre e ainda no concelho de S. Brás de Alportel, no distrito de Faro.
Segundo a ANPC, no dia de ontem registaram-se 416 incêndios florestais que foram combatidos por 7.754 bombeiros, apoiados por 2092 veículos.
Em relação aos incêndios que estavam activos às 11 horas desta manhã, o de Ermida, em Sever do Vouga, em Aveiro, era o que mobilizava mais meios, com 111 bombeiros, 10 equipas de sapadores florestais e a ajuda de 25 veículos especiais.
Em relação aos fogos que se encontram activos a Protecção Civil acredita que tem condições para “resolver a maioria” dos incêndios que lavram actualmente “nas próximas horas” e apelou para uma “tolerância zero ao fogo” em áreas florestais.
“Não fazer fogo de qualquer espécie, não fumar, não fazer queimadas, não lançar foguetes”, são determinações que devem ser cumpridos por todos já que “a floresta só com o calor não arde”, referiu Patrícia Gaspar da ANPC em declarações à agência Lusa.
Embora “as condições meteorológicas não favoreçam o combate aos incêndios”, devido ao tempo seco, Patrícia Gaspar acredita que “com todos os esforços no terreno” haverá “condições de resolver a maioria destas situações nas próximas horas”.

Fonte:http://tv2.rtp.pt/homepage/

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