
Preçário Desporto
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A adesão a esta nova modalidade obriga a: Na data do pagamento da primeira mensalidade, o desportista terá de proceder à entrega do montante de € 49,00 a título de caução para garantir a sua presença durante os doze meses; A partir da segunda mensalidade, o desportista terá de efectuar o pagamento através do sistema de NET Banco; O desportista terá de pagar pontualmente as mensalidades durante doze meses, sob pena de perder o valor respeitante à caução; O desportista na data da inscrição terá de aderir à condição de sócio e manter essa qualidade enquanto pretender beneficiar deste valor de mensalidade. O valor respeitante à caução será devolvido ao desportista ou descontada na 11ª e 12ª mensalidade. O referido valor de € 24,50 não é cumulável com outras promoções, parcerias, protocolos, etc. |
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Para efectuar a sua inscrição: Secretaria aberta de 2ª a 6ª das 08:30 às 21:30 e Sábados das 09:00 às 14:00. NOTA: Não Sócios dos Bombeiros de Alcabideche deverão pagar uma taxa de 5,00€ sobre as mensalidades presentes no quadro preçário. |
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Primeiros Socorros
| Conteúdos programáticos: | |
Suporte Básico de Vida |
Curso Básico de Primeiros Socorros |
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| Duração: 6 horas | Duração: 20 horas |
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Destinatários – Funcionários das empresas.
Duração – 6 ou 20 horas.
Formandos por ação – Até 12. Objetivos – Habilitar os formandos com conhecimentos que lhes permitam prestar o pré-socorro, até à chegada dos meios de socorro cumprindo o estabelecido pelo Sistema Integrado de Emergência Médico. Certificação – No final do curso será emitido um certificado válido por 3 anos aos formandos que obtiverem aproveitamento. Método – Sessões teóricas e práticas; Avaliação – Avaliação formativa ao longo da ação baseada na atitude e na aplicação da técnica (suporte básico de vida e primeiros socorros); Local de realização – Nas nossas instalações ou em local a definir. |
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| Folheto SBV | Folheto CBPS |
Combate a Incêndios
| Conteúdos programáticos: | |
Formação Básica |
Formação Avançada |
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| Duração: 4 horas | Duração: 8 horas |
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Destinatários – Funcionários das empresas.
Duração – 4 ou 8 horas.
Formandos por acção – Até 12. Objectivos – Dotar o público-alvo de competências teóricas e práticas que lhes permitam utilizar os meios de primeira intervenção existentes e actuar perante uma situação de fogo ou incidente. Certificação – No final do curso será emitido um certificado válido por 2 anos aos formandos que obtiverem aproveitamento. Método – Sessões teóricas e práticas; Avaliação – Avaliação continua. Local de realização – Nas nossas instalações ou em local a definir. |
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Segurança em Locais de Lazer
| Numero Nacional de Emergência Médica – 112 | Cultura de Segurança | Prevenção para Adultos | Prevenção para Crianças |
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Segurança em Locais de Lazer
Na montanha ou no campo – Caminhar em segurança
Os espaços de ar livre são cada vez mais visitados por pessoas à procura do contacto com a natureza, nomeadamente através de actividades desportivas. São espaços onde se praticam diversas modalidades, em terrenos por vezes instáveis, que podem apresentar fortes declives ou altitude elevada. Os fenómenos meteorológicos podem evoluir rapidamente e, por vezes, com violência. O desconhecimento das possíveis implicações de todos estes factores pode trazer graves consequências para as pessoas desprevenidas.
Da crescente procura dos espaços verdes nasce um sentimento enganador de segurança, mas estes nem sempre são locais de lazer organizado e a sua beleza não deve deixar esquecer os princípios fundamentais de segurança.
Muitos dos desportos praticados em espaços de ar livre requerem um mínimo de técnica e de treino, pelo que não deve hesitar em recorrer aos centros de formação e escolas especializadas. Um monitor ou guia profissional podem ser de grande utilidade para as expedições mais aventurosas. Com uma boa formação economizará esforços e aumentará a sua segurança.
Caminhar com segurança – regras básicas
A segurança depende de comportamentos baseados, fundamentalmente, na informação, preparação e prudência.
Na maior parte das vezes, os passeios pedestres não exigem grande aprendizagem nem técnicas especiais, podendo ser praticados por pessoas de várias idades. Contudo, alguns percursos requerem maior preparação e experiência.
Caminheiros experientes estão familiarizados com os diversos procedimentos de segurança. As regras básicas que se seguem destinam-se, essencialmente, àqueles que, por desconhecimento ou por subestimarem perigos, se colocam a si ou aos outros em risco.
10 Regras basicas para quem dá passeios a pé no interior da floresta, na montanha ou à beira mar
1. Estude o itinerário
A prevenção de acidentes começa ainda antes de sair de casa. Consulte documentação escrita, nomeadamente guias e cartografia. A preparação prévia pode evitar que se perca ou, ainda, ser-lhe útil em caso de acidente.
Peça informações acerca das condições locais junto dos organismos competentes da região a visitar (ex: turismo, centro de interpretação).
2. Preparação física e técnica
Escolha as modalidades e percursos mais adequados para si. Não sobrevalorize as suas próprias forças. Cada um deverá ter noção das suas capacidades técnicas e preparação física.
Antes de alcançar o objectivo pretendido, há que pensar em guardar energias para o regresso. Cansaço e falta de atenção podem dar origem a acidentes.
De preferência, faça-se acompanhar de pessoas com mais experiência.
3. Equipamento apropriado
Aprenda a usar, e leve consigo, os diversos equipamentos e materiais adequados ao tipo e duração de actividade que vai praticar, do itinerário e época do ano, pois, desta forma, previne acidentes.
Alimentação, hidratação, calçado e vestuário são medidas básicas de prevenção de acidentes.
Quanto ao vestuário, deve estar preparado para possíveis oscilações de temperatura, chuva e, em alguns casos, neve.
Previna situações de hipotermia ou insolação.
Na montanha, as condições atmosféricas podem mudar bruscamente.
O calçado é uma peça de primordial importância. Utilize, de preferência, botas de montanha ou outro calçado apropriado.
Os alimentos devem ser energéticos e pouco pesados. Deve ingerir muita água. Lembre-se que, às vezes, não há possibilidade de abastecimento pelo caminho.
A mochila é essencial para transportar os alimentos, água e agasalhos. Não esqueça que pode necessitar de chapéu e óculos de sol, protector solar, roupa quente ou impermeável, cartas e guias. Também deve incluir um apito (para sinal de socorro) e estojo de primeiros socorros, lanterna (com pilhas de reserva) e telemóvel.
4. Saiba qual é a previsão do tempo
Defina o percurso só depois de conhecer as previsões meteorológicas. Elas ajudá-lo-ão na escolha do trajecto e equipamentos. Todavia, trata-se de previsões e não de certezas, pelo que deve ir preparado para a possibilidade de mudanças imprevisíveis.
5. Nunca vá sozinho
Partir só aumenta o risco. Caso se perca, ou em situações de acidente, não tem quem o possa socorrer. Três elementos são o número mínimo recomendado.
6. Diga a alguém qual é o itinerário e a hora aproximada de regresso
Comunique a alguém o seu percurso e a hora prevista de chegada. Avise quando regressar. Faça por não se afastar do itinerário delineado. Tente cumprir os horários previstos. Na montanha pode escurecer rapidamente e os pontos aparentemente próximos estão a maior distância.
7. Recorra a profissionais
Não hesite em recorrer a um profissional para o aconselhar e guiar (ex: monitor e guia), principalmente em percursos que comportem maior risco. Na escolha dos equipamentos também pode pedir opinião nas casas da especialidade.
8. Sinalização e equipamentos de orientação
As rotas sinalizadas com marcas próprias diminuem, grandemente, o risco de se perder e de se deparar com perigos. Siga-as, para maior segurança.
Evite aventurar-se por caminhos perigosos. Não se aproxime de declives. Tenha em atenção que buracos e precipícios podem estar encobertos por vegetação ou neve.
É essencial a utilização de equipamentos básicos de orientação – como bússola, cartas, mapas e GPS (Global Position System) – nas seguintes situações:
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nos percursos sem sinalização;
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em terrenos que não lhe são familiares ou onde não há pontos visíveis de orientação;
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nos casos de deterioração das condições atmosféricas (ex: nevoeiro);
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percursos homologados pela Federação Portuguesa de Campismo
9. Com más condições atmosféricas, regresse imediatamente
Regresse imediatamente, de preferência por caminhos ou trilhos marcados, se sentir algum tipo de dificuldade, nomeadamente:
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em caso de ferimento;
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se se aperceber de que vai escurecer antes de terminar a caminhada;
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se as condições atmosféricas ameaçam agravar-se (ex: chuvas intensas, ventos fortes);
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quando há obstáculos ou interrupção de percurso (ex: derrocada).
Em caso de trovoada, não permaneça debaixo de uma árvore alta e isolada. A maior parte das vítimas das trovoadas são atingidas quando procuram abrigo debaixo de uma árvore. Verifique que não se encontra à maior altitude na área envolvente. Desça até ao ponto mais baixo possível e afaste-se de objectos altos e vulneráveis. Se o raio atinge qualquer um desses objectos, pode apanhar o choque da descarga eléctrica através do solo.
10. Em caso de acidente: proteger, alertar e socorrer
Numa situação de acidente, faça por agir de forma racional e tente manter a serenidade. Um acidente não deve provocar outro.
Proteger – preveja tudo o que possa agravar o acidente, balizando, resguardando e protegendo o acidentado. Afaste o perigo da vítima ou afaste a vítima do perigo, mas sem se colocar a si em risco.
Alertar – ligue de imediato para o 112. Na sua impossibilidade, pense no local mais próximo para dar aviso e como lá chegar.
Socorrer – recolha o máximo de informação que puder. Examine o acidentado, nomeadamente a respiração, feridas e estado de consciência. Preste assistência, mas lembre-se de que os primeiros socorros mal prestados podem agravar lesões já existentes ou provocar outras.
Se tiver que deixar o acidentado sozinho, deve tomar as seguintes precauções:
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colocá-lo a salvo de perigos, e de maneira a que não possa soltar-se (ex: resvalar por um precipício);
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com os primeiros socorros possíveis;
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deixar ao seu alcance roupa e provisões.
Tenha em atenção que o seu papel deve consistir em colocar o ferido em segurança e saber dar o alerta (Onde? Quando? e Como?). A fim de facilitar a assistência, tente recolher dados que dêem resposta às seguintes questões:
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o que aconteceu? Quantos feridos e gravidade das lesões?
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Como, quando e onde ocorreu o acidente?
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Quantas pessoas estão no local e aptas a prestar ajuda, e de que meios dispõem?
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Condições do tempo?
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Condições de acesso?
10 recomendações para um caminheiro prevenido
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Caminhe por trilhos marcados, se possível. Ao evitar o corta-mato evita danificar a vegetação e o solo.
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Pense nos outros e na serenidade da natureza. Não é o único a frequentar os caminhos.
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Aprenda a conhecer, respeitar e preservar a fauna e a flora.
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Não deixe traço da sua passagem. Guarde o lixo, não o deixe pelo campo.
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Não faça fogueiras fora dos locais apropriados para esse fim. Nunca abandone um fogo sem se certificar que está extinto.
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Respeite a propriedade privada. Ao atravessar terrenos agrícolas não danifique as culturas e plantações. As cancelas e portões devem ficar como os encontrou (fechados ou abertos). Não perturbe ou assuste o gado e animais domésticos.
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Tenha em atenção que os cães, quando soltos, podem provocar danos ou tornar-se vítimas de acidentes.
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Não beba água dos riachos, pois a sua limpeza aparente não significa que seja potável.
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Tenha especial cuidado na época de caça. Alguns itinerários podem ser perigosos.
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Informe-se acerca dos regulamentos de acesso às reservas naturais, parques naturais e paisagens protegidas. Os cães, ruídos de motores e colheitas de plantas podem, em alguns casos, estar interditos.
A sensibilização é uma tarefa fundamental da Autoridade Nacional de Protecção Civil, mas o cidadão, como primeiro agente de protecção civil, tem o compromisso de promover a cultura de segurança.
Fonte: Autoridade Nacional de Protecção Civil
Segurança no Local de Trabalho
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Segurança no Local de Trabalho
A existência de um plano de emergência no local de trabalho é muito importante por diversas razões. Primeiro, dota a rganização/empresa de um nível de segurança eficaz, identificando os riscos a que estão expostos os trabalhadores no local de trabalho, bem como as medidas de prevenção e protecção. Na comunidade onde a empresa se encontra inserida, acabará por existir, dessa forma, um reforço da credibilidade, por ela elaborar e testar um plano de emergência e os seus trabalhadores sairão beneficiários, possuindo novos conhecimentos sobre segurança.
Com um plano de emergência devidamente testado por todos, verifica-se uma interacção desde a base até à cúpula, por todos participarem na elaboração do plano. Assim, com um plano de emergência aprovado, a empresa poderá recuperar mais facilmente de uma situação de emergência.
A empresa tem a obrigação de zelar pela segurança dos seus funcionários e o plano de emergência eficaz é um dos elementos para a implementação de uma cultura de segurança.
Fonte: Autoridade Nacional de Protecção Civil





