6.783 Visualizações Jamilson Junior arrecada mais duas medalhas pelo clube dos Bombeiros de Alcabideche

Jamilson Junior arrecada mais duas medalhas pelo clube dos Bombeiros de Alcabideche

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Aconteceu no passado fim-de-semana (21 e 22 de Fevereiro) no campeonato Nacional da F.N.K.Portugal em Alverca, onde Jamilson Junior conquistou o 1ª lugar no escalão sub-21 e 3º lugar no escalão de Senior.

O campeonato Nacional contou com a participação de 550 atletas nas categorias de sub-21 e Senior.

De acordo com os responsáveis do clube, os planos de desenvolvimento competitivo dos atletas foram atingidos com as presenças recentes no Campeonato da WUKF na Polonia e no Open de Paris WKF atingindo os objetivos propostos.

Do Clube de Karaté dos Bombeiros de Alcabideche esteve ainda presente Ana Gama, que apesar da sua excelente prestação acabaria por ser derrotada, por 3-2.

Jamilson Junior, apesar de participar pela primeira vez no escalão Senior, derrotou a sua concorrência, ganhando a final por 9-1. Foi considerado o atleta revelação do seu escalão.

“Estamos todos de Parabéns, resultados estes só conseguidos através do grande trabalho e de dedicação de todo o Corpo técnico que contribuiu  para estes grandes resultados no escalão máximo da modalidade” Instrutor Rui Inácio. Nas palavras do próprio instrutor estes resultados só são possíveis, pelo trabalho de equipa desenvolvido por todos e com o apoio dos Treinadores  da Liga Portuguesa de Karate, Sensei Carlos Gomes  e Sensei Francisco  Pastor.

 

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Torneio de Futsal

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Nos dias 27 e 28 de Fevereiro a equipa de Futsal dos Bombeiros de Alcabideche participará no torneio de Barcarena, organizado pelos Bombeiros voluntários de Barcarena.

O torneio terá início às 21:00h no pavilhão do Valejas, sendo o primeiro jogo entre os Bombeiros de Alcabideche e a corporação Mem-Martins. Alcabideche voltará depois a jogar perto das 03:00h.

A equipa de Futsal dos Bombeiros de Alcabideche tem cerca de 20 anos, projeto iniciado pelo Bombeiro Luis Monteiro. Hoje esta equipa está nas mãos do Bombeiro Diogo Marques.

Boa Sorte a todos!

6.840 Visualizações Bombeiros de Alcabideche na Semana de Proteção Civil de Cascais

Bombeiros de Alcabideche na Semana de Proteção Civil de Cascais

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Sob o tema “Riscos Urbanos” a semana da Proteção Civil de Cascais arranca hoje, 23 de Fevereiro e, prolonga-se até ao dia 01 de Março.

O evento será realizado nas instalações do Cascaishopping e conta com a participação das corporações de Bombeiros de Alcabideche, Estoril, Cascais, Parede e Carcavelos, que ao longo da semana irão proporcionar diversos momentos de aprendizagem aos visitantes.

Os exercícios serão vastos, abrangendo as áreas de demonstrações técnicas de salvamento em grande ângulo, de desencarceramento e de Mass Training em Suporte Básico de Vida, demonstrações cinotécnicas da Brigada Autónoma de Resgate Canino, do Grupo de Intervenção Cinotécnica da GNR e do Grupo Operacional Cinotécnico da PSP, workshops e ações de sensibilização, simulacros,.

Dois dos “momentos altos” da Semana são os simulacros que irão decorrer em dois cenários distintos:  26 de fevereiro, às 10h00, simulação de um incêndio urbano, com evacuação total do Cascaishopping; 27 de fevereiro, às 14h30m, uma “ameaça de engenho explosivo” no parque de estacionamento do Centro.

Ainda no dia 27, das 9h00 às 12h00, realiza-se o Seminário “Incêndios Urbanos, Prevenção e Resposta” no qual será analisado a situação em Cascais, o que pode e deve ser feito para minimizar o impacto deste tipo de sinistro. Este Seminário é aberto ao público.

Durante os dias úteis, a IV Semana da Proteção Civil de Cascais irá proporcionar formação especial a mais de 1.200 alunos que poderão participar nas demonstrações da Unidade de Segurança e Honras de Estado (passeio a cavalo), de evacuação em espaço confinado e na medição dos parâmetros vitais.

No fim-de-semana irão decorrer ações de sensibilização dirigidas à população. Uma delas visa ensinar como devem ser prestados os primeiros socorros numa situação que requer intervenção ao nível do Suporte Básico de Vida. Será nos dias 28 de fevereiro e 1 de março, entre as 10h00 e as 12h00, na Praça A, no Piso 0. Haverá, ainda, um workshop dirigido ao público adulto, sobre o Projeto “Bolsa de Voluntários Civis de Busca e Salvamento, no dia 1 de março, entre as 13h00 e as 14h30m, no auditório da FNAC do CascaiShopping.

13.384 Visualizações O carretel, também conhecido por boca de incêndio armada

O carretel, também conhecido por boca de incêndio armada

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O carretel, também conhecido por boca de incêndio armada, é um equipamento de combate a incêndios que é constituído por uma mangueira acondicionada num tambor e por uma agulheta, estando na maioria dos casos protegido por um armário.

É um equipamento que existe dentro de edifícios e que permite facilmente combater um incêndio quando este ainda está numa fase inicial.

Como funciona?

O carretel é regra geral ligado à rede pública de abastecimento de água, uma vez que na maior parte dos casos utiliza a água como agente extintor. No entanto, este poderá também, em casos especiais, ser alimentado por espuma. O carretel é constituído pelos seguintes elementos:

Fonte de Abastecimento: regra geral a fonte de abastecimento de água dos carretéis de incêndio é a rede pública. No entanto, nos casos em que o abastecimento público não consegue garantir as condições de pressão e caudal necessárias, o abastecimento de água é assegurado por um depósito privativo associado a um sistema de pressurização.

Mangueira: A mangueira permite que a água utilizada no combate às chamas possa ser transportada até ao local do incêndio.

Tambor: O tambor permite arrumar a mangueira para que esta possa ser guardada, ocupando o menor espaço possível.

Agulheta: é o componente que está montado na extremidade da mangueira e que serve para controlar a forma como a água é utilizada no combate ao incêndio. Além de permitir direcionar a água, ou espuma, oferece também a possibilidade de controlar a forma como a água é libertada sobre as chamas, se em forma de jato ou se pulverizada.

Cuidados de Instalação:

O carretel deve ser instalado por empresas com técnicos qualificados e devidamente registada na Autoridade Nacional de Proteção Civil.

Cuidados na Manutenção:

  • A manutenção do carretel deve ser feita por empresa com técnicos qualificados e devidamente registada na Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
  • A manutenção anual deve incluir a verificação do:
    • Fluxo e pressão de água;
    • Funcionamento da válvula de corte;
    • Estado geral da mangueira, do orientador e das tubagens de abastecimento de água ou outro material de extinção;
    • Eixo e tambor;
    • Mecanismo de abertura e fecho da agulheta;
  • Realizar, de 5 em 5 anos, prova de pressão hidráulica à mangueira.

Os carretéis devem ser utilizados apontando sempre a água à base das chamas.
Os carretéis nunca devem ser utilizados para combater incêndios de origem elétrica, já que a água é um condutor elétrico, podendo haver risco de eletrocussão

Sabia que…

Até à segunda metade do século XIX, os bombeiros utilizavam principalmente baldes para transportar água para os incêndios. Só na segunda metade do século XIX começaram a ser montados os primeiros carretéis em edifícios.

 

6.679 Visualizações Incêndios urbanos tiram a vida a mais de 200 pessoas

Incêndios urbanos tiram a vida a mais de 200 pessoas

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De acordo com dados da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) desde 2010 até à passada sexta-feira, dia 7 de fevereiro, 203 pessoas perderam a vida em incêndios urbanos e 1.193 pessoas ficaram desalojadas.

Citados pelo Jornal de Notícias, os dados da ANPC informam que em média, e por habitação, ocorrem 5.900 incêndios urbanos por ano, num total de 30.260 incêndios desde 2010, existindo uma grande incidência para este tipo de ocorrências no inverno, época em que as pessoas mais recorrem a diferentes aparelhos para se aquecerem.

Para além das vítimas mortais e dos desalojados, os incêndios urbanos deixaram outra marca ao longo dos últimos cinco anos, nomeadamente 2.611 feridos e 1.435 pessoas que necessitaram de assistência hospitalar, na sequência de incêndios urbanos.

Em declarações ao Jornal de Notícias, Marco Martins, adjunto de operações nacional da ANPC, afirmou que na origem da maioria dos incêndios urbanos está “a má utilização de equipamentos elétricos”, bem como, e em especial, a utilização de “lareiras, salamandras, braseiras e fogareiros.”

Segundo Marco Martins, nos últimos anos tem-se assistido à cada vez maior utilização “de fogo dentro de casa para aquecimento, em detrimento de aparelhos elétricos. O fogo é uma forma que não tem tantos custos”, daí a sua cada vez maior utilização.

Ainda de acordo com o adjunto de operações da ANPC, a maioria das habitações atingidas pelos incêndios urbanos “são casas, por norma, antigas, sem grande manutenção ou com muito material combustível.”

Já no que se refere às vítimas mortais, na sua grande maioria são pessoas idosas, sem grande mobilidade, “que vivem sós e têm mais dificuldade para se deslocar para locais mais seguros, logo têm mais dificuldades para reagir.”

Ainda segundo os dados da ANPC, nos últimos cinco anos, o ano de 2010 foi aquele em que ocorreram mais incêndios urbanos, mais precisamente 6.646. Já em relação ao número de vítimas mortais, o ano de 2012 foi o mais fatídico, tendo falecido na sequência de incêndios urbanos 52 pessoas. Em 2014, os incêndios urbanos atingiram 6.455 edifícios. Já em 2015, e até ao passado dia 7 de fevereiro, já tinham sido registados 863 incêndios urbanos, que provocaram a morte a nove pessoas.

6.797 Visualizações Epilepsia

Epilepsia

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A epilepsia é uma doença física que causa alterações súbitas, breves e recorrentes na actividade eléctrica normal do cérebro, de modo que, durante um episódio de epilepsia, denominado crise epiléptica, as células do cérebro “disparam” de modo incontrolável a um ritmo que pode chegar a ser quatro vezes maior que o normal, levando, assim, a alterações do movimento, pensamentos, sensações e comportamento da pessoa.

Por que acontece a epilepsia?

 Sabe-se que são diversas as condições que podem afectar o cérebro e desencadear epilepsia. Assim temos, por exemplo:

  • lesões cerebrais, quer ocorram antes ou depois do nascimento;
  • tumores cerebrais;
  • infecções (meningites e encefalites);
  • doenças genéticas;
  • anomalias estruturais dos vasos sanguíneos cerebrais;
  • intoxicação por chumbo.

No entanto, na maioria dos casos (cerca de 70%) a causa específica não é determinada.

 

Como se manifesta a epilepsia?

A doença pode apresentar-se de diferentes formas, consoante a extensão do cérebro que é atingida e, onde se localiza a área afectada:

1- Crise generalizada primária: envolve simultaneamente todo o cérebro

.Crise tónico-clónica generalizada (“Grande Mal“)

Neste tipo de crise o paciente perde a consciência, cai e pára temporariamente de respirar, podendo inclusivamente, perder o controlo dos esfíncteres anal e vesical. São os clássicos “ataques” que já toda a gente viu e, que geralmente causa grande alarme entre os circunstantes. O nome desta forma advém do facto de numa primeira fase todos os músculos do corpo apresentarem uma contracção ininterrupta (fase tónica), logo seguida de uma série de contracções rítmicas curtas (fase clónica). O episódio dura, geralmente, mais de um minuto e é seguido de um período de relaxamento e sonolência e, por vezes, de uma dor de cabeça;

.Pequeno Mal

Esta forma de epilepsia caracteriza-se por uma perda de consciência tão breve que o paciente nem chega a mudar de posição. Nestes poucos segundos o paciente pode apresentar um olhar fixo, um rápido pestanejar, movimentos de mastigação ou um movimento rítmico breve de uma extremidade;

2. Crise parcial (focal): envolve apenas uma área do cérebro (foco)

.Crise parcial simples

Neste caso o paciente mantém-se acordado e consciente, sendo que os sintomas são variáveis em função da área cerebral afectada. Assim, o paciente pode apresentar movimentos bruscos e súbitos (“sacudidelas”) de uma parte do corpo ou, experienciar odores estranhos ou uma distorção do ambiente que o rodeia, náuseas ou sintomas emocionais, como um medo ou ira inexplicáveis;

.Crise parcial complexa

Neste caso o paciente não responde aos estímulos. Pode apresentar um olhar fixo, movimentos de mastigação ou actividade aleatória. Após a crise ele não recorda nada do episódio.

.Coma epiléptico

Ocorre quando um paciente sofre uma série de crises generalizadas, umas após as outras, sem chegar a recuperar a consciência entre elas. É uma situação grave, que põe em risco a vida e que necessita de tratamento urgente.

 

O que fazer?

  • Permaneça calmo e vá controlando a duração da crise, olhando periodicamente para o relógio
  • Coloque uma toalha ou um casaco dobrado debaixo da cabeça da pessoa
  • Quando as convulsões pararem, coloque a pessoa na posição lateral de segurança
  • Permaneça com a pessoa até que recupere os sentidos e respire normalmente
  • Se a crise dura mais do que 5 minutos, ligue 112

O que não fazer?

NÃO introduza qualquer objeto na boca nem tente puxar a língua (a teoria de que as pessoas podem “enrolar a língua” e asfixiar não tem fundamento)
NÃO tentar forçar a pessoa a ficar quieta
NÃO lhe dê de beber

A epilepsia é uma doença que dura toda a vida mas cuja frequência das crises pode ser, muitas vezes, controlada pela medicação.  Em 70 a 80% dos pacientes com crises recorrentes a medicação consegue controlar a doença, sendo que, nos restantes ocorre a denominada “epilepsia intratável medicamente”, que no entanto, pode ser tratada através do recurso à cirurgia, com taxas de sucesso apreciáveis.

6.220 Visualizações Ações de formação em escolas

Ações de formação em escolas

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Várias têm sido as iniciativas desenvolvidas pelos Bombeiros de Alcabideche na área da formação e educação dos Jovens.
Foi já tornado publico o intuito desta instituição em ser parte integrante da formação destas camadas.

No passado dia 03 de Fevereiro foi desenvolvida mais uma ação de formação, desta vez na escola de Alvide.

A ação, da autoria de um Bombeiro (Ruben Rodrigues) e também aluno deste estabelecimento de ensino, pretendeu dotar os alunos de uma turma de 12ºano de conhecimentos ao nível do Suporte Básico de Vida e Sistema Integrado de Emergência Médica.

Os autores desta formação foram, a chefe Sónia Almeida e o Bombeiros de 2ª José Carlos Pereira.

Os Bombeiros de Alcabideche evidenciam a importância destes conhecimentos, que de forma tão simples, podem fazer a diferença e salvar vidas.

Mais fotos em https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10153047917486250.1073741850.241378386249&type=3&uploaded=17

6.277 Visualizações Este artigo é importante. Leia!

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O que é a Escola de Cadetes e para que serve?

Os Bombeiros de Alcabideche, como instituição de utilidade pública não pode furtar-se da sua responsabilidade social, deve interagir com a comunidade em que está inserido, fazendo além da esfera das suas atribuições, constantes tanto na Legislação que a norteia como nos seus estatutos e regulamentos internos.

A escola de Cadetes foi criada no ano de 2014 em parceria com os agrupamentos de escolas de Alcabideche. Recebe alunos entre os 14 e os 17 anos e pretende ser um complemento educacional para os jovens.

Estas faixas etárias são apontadas como criticas na construção do individuo, período em que os adolescentes descobrem novas facetas da vida em sociedade, momento em que são afetados por estímulos positivos e negativos.

O nosso intuito é focar estes jovens numa vida em sociedade ativa, regida por princípios de disciplina, respeito, estima e busca de valores morais.

Queremos também fomentar a adesão à profissão de Bombeiro, colocando estes jovens em contacto direto com o dia-a-dia do quartel. Existe uma consciência geral de que a profissão está cada vez mais envelhecida.

Mas, este projeto precisa de ajuda, precisa de si!

Esta escola acarreta demasiados custos, com fardamento, alimentação, visitas, formação, consumíveis entre outros, até ao momento suportados pela Associação.

Se é sócio ou proprietário de uma empresa do concelho, esta mensagem é para si!

Se trabalha no concelho, esta mensagem é para si!

Se os seus filhos, netos, sobrinhos, irmãos, estudam neste concelho, esta mensagem é para si!

Esta é sem dúvida uma missão nossa, minha e sua!

Para mais informações 214607950 ou comando@ahbva.pt / comunicacao@ahbva.pt

6.086 Visualizações Bombeiros de Alcabideche reforçam a parceria com a IWP

Bombeiros de Alcabideche reforçam a parceria com a IWP

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Internacional Woman in Portugal faz donativo aos Bombeiros de Alcabideche.

A Parceria entre os Bombeiros de Alcabideche e a Associação Internacional Woman in Portugal arrancou no passado dia 10 de Janeiro com uma visita de 33 membros às nossas instalações.

Nesta visita a associação pode conhecer o dia-a-dia dos Bombeiros e perceber qual o seu papel na sociedade.

Hoje, os Bombeiros de Alcabideche receberam a visita de alguns elementos de IWP que voluntariamente quiseram contribuir com a simbólica quantia de 200,00€.

Esta parceria dará ainda outros frutos através da formação em 1os socorros dos diversos membros da Associação.

‘Queremos continuar a construir parcerias benéficas para ambas as partes com diversas instituições. Estes pequenos gestos são fundamentais para qualquer Associação.’ José Palha Gomes, Comandante


6.492 Visualizações Falecimento do Bombeiros Sr.Mário Miguel Pires

Falecimento do Bombeiros Sr.Mário Miguel Pires

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Com muita tristeza participamos o falecimento do Bombeiro de 3.ª do Quadro de Honra Sr. Mário Miguel Pires, vitima de doença prolongada.

O velório decorre no quartel do Corpo de Bombeiros, e o funeral realiza-se hoje dia 26 de Janeiro pelas 16h00.